Fin.

Fin.

Caiu Maduro.

O ditador venezuelano e sua esposa foram capturados nessa madrugada por forças americanas. O fim do regime não veio por acordos, mas pela força.

Na operação mais esperada desde a caça a Bin Laden, as forças de Trump entraram na Venezuela, em Caracas, extraíram o problema de lá e despacharam pra Nova York.

E de quebra mandaram uma bomba no túmulo de Hugo Chávez — vale o registro.

Enquanto a população comemora — sua maior parte fora do país —, a Venezuela amanhece sem seu carcereiro, mas com as celas ainda trancadas.

Edmundo González Urrutia e María Corina Machado, eleitos democraticamente em julho de 2024, aguardam o sinal verde (dos EUA, talvez) para assumirem, finalmente, um país destruído.

Terão eles a força pra limpar a casa ou os generais chavistas (como Diosdado Cabello), agora órfãos, vão cobrar o preço da lealdade que foi interrompida?

“Limpar a casa” incluiria esses milicos? Leia-se: Os EUA vão “ocupar o morro” e pacificá-lo ou deixar que o “filho do chefe” o tome de volta?

Para além das fronteiras da República Bolivariana, com 2026 batendo à porta, a queda do “companheiro” muda tudo.

Afinal, defender o indefensável deixou de ser apenas feio. Tornou-se perigoso.

Aqueles que seguirem fiéis a Maduro terão dias muito obscuros pela frente.

Não é preciso ser um gênio da diplomacia para entender o endereço do recado.

“da Silva” — aquele mesmo — apostou todas as fichas na defesa do amigo ditador.

Agora, seu aliado não é mais um chefe de estado. É um réu por narcoterrorismo e outros vários crimes — e em solo americano.

O período de terror chavista está, finalmente, acabando. Mas quem escolheu ficar do lado errado da história até o fim, agora tem um alvo gigante nas costas.

Fin?

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