O cenário político do Rio sofreu uma reviravolta inesperada nesta semana. Depois de se apresentar como pré-candidato ao governo do estado e afirmar que teria o respaldo do clã Bolsonaro caso sua candidatura fosse confirmada, Washington Reis viu seus planos perderem força.
No dia 11 de fevereiro, durante julgamento no Tribunal Superior Eleitoral, um pedido de vista do ministro Luiz Fux acabou adiando a decisão que pode torná-lo inelegível. O movimento, interpretado por aliados como um sinal de cenário desfavorável, teria levado Reis a rever publicamente seus projetos eleitorais. Nos bastidores, a avaliação é de que ele optou por recuar antes de uma derrota definitiva.
Enquanto isso, Anthony Garotinho, que até então mantinha discurso de lealdade e afirmava que só anunciaria posicionamento após a definição da situação de Reis, acabou fora das articulações mais recentes. Garotinho vinha intensificando críticas ao prefeito Eduardo Paes, inclusive prometendo lançar uma minissérie abordando a polêmica privatização dos cemitérios da capital.
Nos corredores da política, comenta-se que Wladimir Garotinho foi surpreendido pela movimentação. Havia quem considerasse praticamente certa sua indicação para compor como vice em eventual chapa alinhada a Paes, hipótese que agora parece distante.
A nova configuração redesenha alianças, expõe fissuras e levanta uma pergunta inevitável: trata-se apenas de estratégia eleitoral ou estamos diante do fim de uma aliança que parecia sólida?
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