De acordo com decisão da Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o mandado chegou a ser cumprido no dia 05 de março de 2026, levando o réu à prisão. No entanto, após análise da defesa, a Justiça reconheceu que a medida foi executada de forma indevida, uma vez que a condenação ainda não possui trânsito em julgado.
Na decisão assinada pela juíza Beatriz de Oliveira Monteiro Marques, foi destacado que os réus foram autorizados a recorrer em liberdade, motivo pelo qual a prisão foi considerada irregular. Diante disso, a magistrada revogou a decisão anterior e determinou a expedição imediata de alvará de soltura em favor de Gustavo.

Mesmo com a revogação da prisão neste momento processual, o caso ainda segue em tramitação. Segundo levantamento jurídico, o processo caminha para o trânsito em julgado nos próximos desdobramentos, etapa em que não caberão mais recursos.
Caso a condenação seja confirmada definitivamente, as penas impostas deverão ser executadas, o que poderá levar os réus ao recolhimento ao sistema penitenciário para cumprimento das sentenças determinadas pela Justiça.
O caso das meninas de Guarus segue sendo um dos episódios judiciais mais comentados da região e continua sob acompanhamento das autoridades e da sociedade.
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