25/07/2021 às 08h17min - Atualizada em 25/07/2021 às 08h17min

Metodologias ativas de aprendizagem: nova tendência no ensino

Fred Rangel - Redação
Instituto Dom Bosco (Colégio Salesiano) - Campos dos Goytacazes.
 Você acredita que a educação continua a mesma de dez anos atrás? Ou que as escolas devem utilizar os mesmos métodos de ensino? Se a sua resposta é não, está na hora de conhecer mais sobre as metodologias ativas de aprendizagem.
 
Com as mudanças sociais e educacionais das últimas décadas, é importante reconhecer que a forma tradicional de ensino precisa ser atualizada. As escolas estão se modernizando, abraçando a tecnologia e investindo em novos métodos.
 
O acesso à informação mudou a nossa forma de ver o mundo e nos relacionar. Por que não também mudar a forma de ensinar e aprender? Conheça mais sobre as metodologias ativas:
 
O que são metodologias ativas?
 
Provavelmente, quando você foi para a escola, aprendeu a matéria que era ensinada pelo professor com aulas expositivas. Nesse método, também conhecido como passivo, os alunos são ouvintes que observam e memorizam, enquanto os educadores são os protagonistas, passando avaliações e trabalhos.
 
A metodologia ativa, por sua vez, coloca o protagonismo nos estudantes. O professor é um facilitador, agindo como um guia. O aluno tem autonomia para aprender sozinho com apoio de várias atividades e dinâmicas.
 
Como aplicar metodologias ativas?
 
Existem diferentes formas de trabalhar as metodologias ativas. O primeiro passo é exercitar a motivação, tanto dos professores quanto alunos. Confira abaixo um exemplo para aplicar na sua escola:
 
Projetos
 
A aprendizagem baseada em projetos (ABP), do inglês project based learning (PBL), tem como objetivo fazer os alunos colocarem a mão na massa, investigando como chegar à solução de um desafio.
 
Os estudantes precisam explorar os caminhos possíveis, utilizando os recursos disponíveis e com apoio da tecnologia. Desta maneira, as metodologias ativas vão ajudar a desenvolver um perfil investigativo e crítico.
 
Você pode começar na sua escola implementando a cultura maker (baseia-se na ideia de que as pessoas devem ser capazes de fabricar, construir, reparar e alterar objetos dos mais variados tipos e funções com as próprias mãos), utilizando métodos “faça você mesmo” e que trazem o conceito de “aprender fazendo”.
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