Nascido e criado em Campos. Até a tarde de sábado, dia 12 de agosto de 2017, eu ainda não tinha torcida por nenhum clube da cidade. Sempre tive a expectativa que todos os times se saíssem bem nos campeonatos em que disputassem. Me acostumei a ver o Americano fazer campanhas mais relevantes por muitos anos, é verdade. Ainda assim, nunca me conquistou. Mesmo com a influência do meu pai e tio, torcedores do time do parque Tamandaré, ainda assim, seguia sem torcer para nenhum time campista. Mas quando entrei no Aryzão naquele 12 de agosto, para assistir a um Goyta-Cano, não teve jeito. O Goytacaz me escolheu para ser seu torcedor. A partir daí, minha relação com o futebol campista mudou, minha paixão pelo futebol foi ressignificada, e meu coração se tornou azul. Não tem como explicar o Goytacaz, apenas sentir. Não adiantaria explicar o Goytacaz para um não torcedor do Goytacaz, ele não entenderia. O clube já teve seus anos de glória e há alguns anos luta para sobreviver, é verdade, mas só quem torce para o Goytacaz sabe o que é ser Goytacaz. Hoje o clube completa 113 anos. A torcida, seu maior patrimônio, segue na expectativa de dias melhores e a certeza do que diz em trecho do seu hino. “Sou Goytacaz sim senhor, sou Goytacaz por amor.





























