A Portuguesa corre risco de perder um dos seus principais reforços para a segunda rodada da Série D do Campeonato Brasileiro. Contudo, não se trata de jogador, mas sim, da presença dos seus torcedores. De acordo com o que foi apurado pelo FutRio, o Estádio Luso Brasileiro depende da liberação do laudo de licença contra incêndio e pânico (LCPI), que vem sendo tramitado pelo principal pivô desta situação, o Corpo de Bombeiros. Apesar deste fator, a partida está mantida e, de qualquer forma, ocorrerá em solo insulano. Caso o laudo não seja apresentado na CBF até quinta-feira, o jogo será com portões fechados
Interditado desde fevereiro de 2018, quando duas torres de iluminação caíram, ainda na parceria com o Flamengo, o local sofre por exigências do orgão, que impede a liberação de público. Para o principal desafio do ano, o time da Ilha do Governador vive num mar de incertezas quando se trata do fator casa.
Esta é a terceira participação da Lusa desde a criação da Série D. A primeira em 2016, com uma campanha de pouco brilho, onde amargou a eliminação ainda na primeira fase. No ano seguinte, os insulanos obteram um resultado melhor, mas acabaram caindo na segunda fase para a URT, de Minas Gerais. Desta vez, o clube do técnico Edson Sousa chega depois de um Campeonato Carioca pouco convincente. Já que ficou apenas no quinto lugar do Grupo B, somando apenas quatro pontos.
Depois de estreiar com derrota, a Portuguesa quer virar a chave diante do Vitória (ES), pela segunda rodada da Série D do Campeonato Brasileiro, em confronto marcado para o próximo sábado (11), às 15h, no Estádio Luso Brasileiro.