A escritora campista, Ana Paula Pequena, lançará o seu livro “Mães não são de ferro”, no próximo dia 9 de maio, às 17 horas, na sede do ONG Orquestrando a Vida. O livro Mães Não São de Ferro apresenta a história de Ana, uma mãe que, em um dos momentos mais desafiadores de sua vida, mergulhada em profunda tristeza, encontrou na escrita um caminho de cura. Transformando lágrimas em letras, ela utilizou a literatura como ponte entre a dor e a superação, dando origem a uma obra sensível, real e necessária.
Ao longo do livro, Ana revela as duas faces da maternidade: a beleza, os encantos e o amor imensurável de ser mãe, mas também os sofrimentos silenciosos, os sacrifícios diários e as dores invisíveis que muitas mulheres carregam enquanto criam seus filhos. A narrativa não romantiza a maternidade — ela humaniza.
O livro Mães Não São de Ferro reúne memórias autobiográficas e histórias baseadas em fatos reais sobre maternidade. A obra é de autoria de Ana Paula Pequena e Anderson Luís
Ana Paula Pequena é assistente social. Atuou como conselheira tutelar, trabalhou no CAPS e atualmente trabalha em maternidade. O livro traz relatos de sofrimentos de mães acompanhados por ela ao longo da carreira, além de sua própria trajetória como filha e como mãe.

Segundo a autora, a publicação surgiu após ela enfrentar um período difícil na maternidade. Segundo ela, foi quando resolveu transformar todo o sofrimento em frases e linhas, buscando a própria cura naquele momento de dor e com o propósito de levar força a mães que enfrentam sofrimentos ainda maiores. Posteriormente, Anderson Luis, seu marido, tornou-se coautor do projeto.
A autora compartilha sua própria trajetória, sua profissão, suas vivências e o processo de reconstrução emocional que a levou a transformar um período de grande sofrimento em um propósito maior. A obra nasce não apenas como relato pessoal, mas como voz coletiva de mães reais, que se reconhecerão nas páginas do livro.
Mães Não São de Ferro também propõe uma reflexão social importante: chamar a atenção para a necessidade de políticas públicas mais sensíveis e voltadas ao cuidado com as mães. A mensagem central é clara e poderosa — mães podem ser fortes, resilientes e incansáveis, mas não são de ferro. Elas sentem, sofrem, carregam pesos invisíveis e, ainda assim, seguem em frente.
A ONG Orquestrando a Vida fica na , na Rua Barão de Lagoa Dourada, 147, Campos dos Goytacazes, próximo ao antigo fórum.




























