Movimentos feministas, organizações da sociedade civil e políticos participaram neste sábado (8) de um ato na Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio, em celebração ao Dia Internacional de Luta pelos Direitos das Mulheres.
A mobilização ocorreu na altura do Posto 3 e reuniu ativistas, lideranças políticas e coletivos que defendem políticas públicas voltadas à igualdade de gênero, ao combate à violência contra as mulheres e à ampliação de direitos.
O protesto aconteceu no mesmo bairro onde, há poucas semanas, uma adolescente de 17 anos foi vítima de um estupro coletivo.
Após a concentração no Posto 3, os manifestantes seguiram em caminhada pela orla até o Posto 1, acompanhados por um trio elétrico.
Participantes usaram adesivos e camisetas com frases como “não é não”, “eu quero viver sem medo” e “a vergonha precisa mudar de lado”.
O ato principal começou por volta das 11h, com uma apresentação da Escola de Teatro Popular. Durante o evento, participantes destacaram a importância da mobilização coletiva diante do aumento da violência de gênero no país.
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Durante a manhã, integrantes da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil também realizaram um ato simbólico na praia. Sob o tema “Parem de nos matar”, mulheres fincaram cruzes na areia em referência às vítimas de feminicídio.
Segundo dados citados pelos organizadores, o Brasil registrou 1.518 casos de feminicídio em 2025.
O Dia Internacional das Mulheres é marcado historicamente por mobilizações em todo o mundo em defesa de direitos, igualdade e justiça social.
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