Para o presidente da Associação Comercial e Industrial de Campos (ACIC), Maurício Cabral, a decisão de adiar a votação Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/19, permitirá que o tema seja analisado com a profundidade necessária nos diferentes setores da economia, considerando os impactos e aumento de preços que uma eventual mudança na jornada de trabalho poderá provocar na decisão sobre as empresas, os trabalhadores e a economia.
O pronunciamento do
Davi Alcolumbre (União-AP), nesta quinta-feira (3/9) que a votação da PEC, que põe fim à escala de trabalho 6×1, ficará para depois das eleições foi essencial. O texto foi aprovado ontem na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e precisa de validação do plenário da Casa.
“É importante que uma mudança dessa dimensão seja discutida com responsabilidade e ouvindo todos os setores envolvidos. O comércio e as pequenas empresas precisam ter condições de avaliar os impactos de qualquer alteração na jornada, especialmente em um cenário que ainda exige atenção aos custos, à geração de empregos e à sustentabilidade dos empregos e dos negócios. Os acordos devem continuar sendo realizados, conforme a constituição e, coletivamente entre as empresas e empregados. O problema não está apenas na jornada de trabalho, mas sim na perda do poder de compra do salário e na alta carga tributária dos impostos que o governo cobra nos produtos, nos serviços e nos bens de quem trabalha e gera empregos”. O diálogo entre o setor produtivo e o Congresso é fundamental para que possamos construir uma solução equilibrada”, destacou Cabral.
A CACB também entregou aos parlamentares uma nota pública que reivindicava o adiamento da PEC. O documento foi protocolado no gabinete do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).
estaca a importância do diálogo e de uma análise responsável sobre os impactos da mudança na jornada de trabalho.
Para o presidente da Associação Comercial e Industrial de Campos (ACIC), Maurício Cabral, a decisão de adiar a votação Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/19, permitirá que o tema seja analisado com a profundidade necessária nos diferentes setores da economia, considerando os impactos e aumento de preços que uma eventual mudança na jornada de trabalho poderá provocar na decisão sobre as empresas, os trabalhadores e a economia.
O pronunciamento do
Davi Alcolumbre (União-AP), nesta quinta-feira (3/9) que a votação da PEC, que põe fim à escala de trabalho 6×1, ficará para depois das eleições foi essencial. O texto foi aprovado ontem na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e precisa de validação do plenário da Casa.
“É importante que uma mudança dessa dimensão seja discutida com responsabilidade e ouvindo todos os setores envolvidos. O comércio e as pequenas empresas precisam ter condições de avaliar os impactos de qualquer alteração na jornada, especialmente em um cenário que ainda exige atenção aos custos, à geração de empregos e à sustentabilidade dos empregos e dos negócios. Os acordos devem continuar sendo realizados, conforme a constituição e, coletivamente entre as empresas e empregados. O problema não está apenas na jornada de trabalho, mas sim na perda do poder de compra do salário e na alta carga tributária dos impostos que o governo cobra nos produtos, nos serviços e nos bens de quem trabalha e gera empregos”. O diálogo entre o setor produtivo e o Congresso é fundamental para que possamos construir uma solução equilibrada”, destacou Cabral.
A CACB também entregou aos parlamentares uma nota pública que reivindicava o adiamento da PEC. O documento foi protocolado no gabinete do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).































