Investigado foi localizado no distrito de Goytacazes durante ação da DEAM/Campos; vítima, que possui autismo e deficiência intelectual, estava grávida de quase oito semanas
Um homem de 53 anos, identificado pelas iniciais R.A.S., foi preso preventivamente nesta segunda-feira (31), em Campos dos Goytacazes, suspeito de cometer abuso sexual contra uma adolescente de 16 anos. A prisão ocorreu durante a Operação Mulher Segura 2026, realizada por policiais civis da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM/Campos), com apoio de agentes da 134ª DP.
A ação foi coordenada pela delegada titular da DEAM/Campos, Dra. Juliana Oliveira. O mandado de prisão preventiva foi expedido pela 1ª Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Comarca de Campos dos Goytacazes, após representação da autoridade policial.
Segundo as investigações, a vítima é portadora de autismo e deficiência intelectual e seria neta da companheira do suspeito.
Denúncia chegou à polícia após descoberta de gravidez
A mãe da adolescente procurou a DEAM/Campos em agosto deste ano para denunciar o caso. A suspeita de abuso veio à tona depois que uma ultrassonografia apontou que a adolescente estava grávida de 7 semanas e 6 dias.
Ao ser questionada, a jovem teria apontado R.A.S., companheiro de sua avó, como responsável pela gravidez.
A partir da denúncia, os policiais iniciaram as investigações e reuniram elementos que, segundo a Polícia Civil, fundamentaram o pedido de prisão preventiva. A medida foi autorizada pela Justiça, e o mandado foi expedido no dia 26 de agosto.
Investigado foi localizado em Goytacazes
Após tomarem conhecimento da ordem judicial, agentes da DEAM/Campos deram início a um trabalho de inteligência e monitoramento para localizar o suspeito.
Ele foi encontrado nesta segunda-feira (31), no distrito de Goytacazes, em Campos dos Goytacazes. De acordo com a Polícia Civil, a prisão ocorreu sem resistência.
O homem foi conduzido à unidade policial para os procedimentos legais e, posteriormente, será encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.
O caso segue sob investigação e o suspeito permanece sujeito ao devido processo legal e à presunção de inocência até eventual condenação definitiva.































